Site Meter Projeto Modes - Encheu? Joga Fora!: Nina
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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Boa noite.


Você diz que eu te assusto.
Você diz que eu te desvio.
Você diz que eu sou bruta e que ainda te desprezo.
A verdade é que eu me comporto mal.
Eu não gosto do bom senso.
Eu não rezo e talvez nem tenha salvação.

Esqueci o que me disseram sobre casa, filhos e televisão.
É preciso ser sangue frio para ver que o sangue é quente.
E que, de alguma forma, dessa vez, possa ser diferente.

Pode ser o que nunca vi.
Pode ser o que tenho na mão.
Pode ser exatamente o que eu digo ou pode ser não.
Abandonei alguns sonhos.
Me desapeguei de regras e da exceção.

“Fiquei muda ao lhe conhecer

O que vi foi demais, vazou
Por toda selva do meu ser
Nada ficou intacto
Na fronteira de um oásis
Meu coração em paz, se abalou
É surpresa demais que trazes”

Acho que o acaso faz charme.
Manda o amor chegar sem dar aviso.
E na noite alta se releva, dia claro, madrugada...
“Um passeio pela pele”
Você não tem medo de mim.
Eu tenho medo de querer.

Você diz que eu sou doida, que sou carente de razão.
Também diz que eu sou cruel.
E no silêncio por trás daqueles vidros embaçados, eu te abraço.
É suborno de desejo.

Quem sabe a gente não se encontra pela rua?
Ainda é cedo e tudo pode acontecer.
Pode ser que eu ria de mim.
Pode ser que eu queira demais.
Pode ser que seja fugaz.

Se eu te trago sorte, aposte em mim.
Pode ser que seja normal.
Pode ser que seja fatal.
Se você quer calma, eu quero um temporal.
Romântica de culpa.


“Não existe amor sem medo
Boa noite!
Para quem não tem para quem se dar, o dia é igual à noite
Tempo parado no ar, há dias
Calor, insônia, noite
Quem ama vive a sonhar de dia
Voar é do homem
A vida foi feita para estar em dia”

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

... Vai sim, vai ser sempre assim.

Vai sim, vai ser sempre assim. A sua presença vai me sufocar.
Vai sim, vai ser sempre assim. A sua falta vai me incomodar.
Já não agüento mais. Vou chorar baixinho pra ninguém ouvir.

Vai sim, vai ser sempre assim. Um pra cada lado, como você quis.
Vai sim, vai ser sempre assim. Vou me acostumar, vou gostar de mim.
Mesmo que eu tenha que mudar de ares ou até mesmo lembranças de lugar.
Vou fugir de tudo, é melhor assim.

O meu olhar ainda vê o seu. Vai me devorando bem devagar.
Quando menos eu espero a saudade vem.
E me dá essa vontade... vem?

Eu ainda sinto frio. Sem você está tudo tão vazio.
Troco todos meus planos.
E me dá essa vontade... vem?

Vai sim, vai ser sempre assim. A sua sombra vai me perturbar.
Vai sim, vai ser sempre assim. A sua voz vai me torturar.
Mesmo que eu tenha que mentir, fingir que estou em paz e ainda sorrir.
Vou segui em frente, sem olhar pra trás.

Vai sim, vai ser sempre assim. As minhas lágrimas vão me consolar.
Vai sim, vai ser sempre assim. Em um relicário vou te colocar.
Sei que aos poucos você sai enfim. Vou sorrir sem medo de você e de mim.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

“Eu me arrumo, eu me enfeito, eu me ajeito. Eu interrogo meu espelho...”

Respiração ofegante, pensamentos arrepiantes.
Mãos trêmulas, olhar brilhante.
Boca seca, entreaberta.
Coração aos pulos, pernas bambas.

Então, já que iam se encontrar começou a se preparar como só se preparam as ondas quando chegam até a areia.


Não era um encontro qualquer, senão o primeiro. E o primeiro encontro, exige arte maior. Pois os que vão ao primeiro encontro também querem pavimentar o caminho do encontrar. Parecia estar mais interessada no pré-encontro que no encontrar.

Sentia a carga daquele momento, quase insuportável. Pensava em detalhes, seu vestido, o perfume. Muita maquiagem? A flor em seu cabelo. Era tanto esmero.
Era adulta, mas parecia ter dezesseis anos.


Há quem diga que a vida é a arte do encontro embora haja tantos desencontros. E há também a mística do primeiro encontro. E o primeiro é tão complexo e interminável, que pode ele se dar do décimo quinto ou trinta anos depois. É imensurável o que cada um quer receber e o quanto quer se dar.

Naquela esquina, um velho bar. Teu jeito displicente de andar, bagunçando os cabelos enquanto caminhava em minha direção.

Meu pensamento voa longe enquanto você vai me contando histórias. Te dou sorrisos fáceis, você segura minha mão. Eu brinco com seu cabelo, sua mão em meu joelho.

A troca de olhares e você me beija. Eu te beijo, você me abraça. Cheguei em casa e senti teu perfume grudado em mim. Nem quis acreditar na solidão e nem demais em nós dois, pra não encanar.

Eu sei que jogos de amor são para se jogar, sem regras ou juiz. Mas se você lembrar, se quiser jogar, me liga?

Podem ser os desencontros esboços do autêntico encontro. O ideal é que todo encontro fosse o primeiro encontro.

E já disse Pablo Neruda: "E aquela vez foi como nunca e sempre: vamos ali onde não espera nada e achamos tudo o que está esperando".

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

"Brindo à casa, brindo à vida"

[texto escrito em parceria, pelas marinas morenas]




Quatro mulheres, tão meninas, voam como beija-flor, de flor em flor para beijar. O doce beijo foi aquele que trouxe de volta boas coisas. Os copos de cerveja brindam a volta das borboletas no estômago, sem o medo de um turbilhão voltar.

O desejo vem, sem ser convidado, mas chega com um ar potente, que lateja, demonstra perigo, mas que não pode ser evitado. Ele tormenta, como chuvas torrenciais, em uma tarde de verão. Doces novembros, dezembros. Tristes, mas com instantes puramente deliciosos, como pavê de uva no natal.

Bom mesmo é saber que a vida nos dá a chance de poder se encontrar. De trocar as experiências. Quem já não passou pela sensação de um dejavù? Quem não passou por uma incerteza depois de uma noite de loucura certa?

Músicas tocam diariamente e são elas que fazem voltar, mas a volta não precisa ser intensa, que intrigue a cada viagem. Ela precisa dar uma entonação gostosa, como um passo de um xote, um grude de um samba, um abracinho de love song. Ela precisa trazer paz e se essa for a forma escolhida, é assim que vai ser. Música boa sussurrada no ouvido, dá um calafrio. Sem mágoa, nem lembrança de tristeza ou saudade.

Meses de um fim de ano curtido, como pinga de fruta, com gosto de quero mais. Envolvido numa idéia de que depois de tudo, ainda restam os arrepios na orelha as mãos atrás da cintura, é como um laço pra fechar um ciclo que foi bom, que foi ruim, que é bom. Como uma onda elétrica com picos e desníveis.

Passamos pelas mesmas mudanças, de pensamentos, desejos e sonhos escondidos. Esse vai e vem de formas geométricas irregulares faz a dança se repetir, mas com passos cada vez mais ensaiados, como um caminhar de pássaros num campo de flores cheirosas. Como o teu perfume numa noite qualquer. Vale a pena sentir os detalhes mínimos, mas os passos, nunca chegarão ao perfeito espetáculo. Por que assim não tem graça. Não vale a pena.

A cor do céu passa uma leve sensação de que é um dia para se pensar. Pensar em como tudo que envolve uma vida leva anos para ser preenchido. E não há nada melhor do que a sensação de alívio porque tudo foi visto, sentido e tocado de verdade.

Tudo que envolve um período, precisa ter seu desfecho. O clichê da vida é sempre achar um final feliz, mas quem disse que a vida precisa dessa regra? Bom mesmo é esperar a ligação no dia seguinte, sem saber se ela vem. É doar o seu amor e não esperar receber nada em troca, nem todos estão prontos.

Por quanto espaço temos que caminhar pra perceber que estar bem, é simplesmente a combinação de coisas que valeram a pena, sem arrependimentos, com um ar de incerteza. Nem todas as decisões tomadas foram sofridas, assim como as que não foram tomadas, foram arrependidas e lançadas no espaço.

Uma palavra solta, um olhar mais apaixonado, um abraço encanado. Tudo isso precisa ser vivido, mesmo que doa, que alegre demais, que o sonho desperte desejo. Os sentimentos são bons, mas podem ser pesados demais para carregar sozinha. Se permitir ser livre, ser leve já é um presente da vida. As pessoas se aproximam assim.


Elas não sentem mais medo da despedida.


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Nem sempre déjà vu.



Pegou na minha mão e me chamou para dançar. A música ficou lenta, nossos corpos se juntaram, a melodia envolvendo o momento e nossas bocas.

A gente se envolveu. Jorge Ben, eu e você.
Jorge Ben, eu, você, ela.
Jorge e eu, você e ela.

O amor e o ódio caminham lado a lado, linha tenue, preferi te amar.

Pegou na minha mão e me chamou para dançar. A música ficou lenta, nossos corpos se juntaram, a melodia envolvendo o momento e nossos corações.

A gente se envolveu. Jorge Ben, eu e você.
Jorge Ben, eu, você, aquela.
Jorge e eu, você e aquela.

O amor e o ódio caminham lado a lado, linha tenue, preferi te esquecer.

Pegou na minha mão, não havia espaço pra dançar. Jorge Ben dividiu o palco com Cazuza e eu joguei tudo pro ar.

A gente se envolveu. Eu e você, e mais ninguém.

O destino põe tudo a prova, mas esses momentos nunca me pareceram iguais.


terça-feira, 29 de julho de 2008

a.G e d.G – A vida antes e depois do Google

Antigamente (há uns dez anos!) você fazia uma pesquisa no cade, depois no alta vista, depois no yahoo e por aí vai... Hoje você faz no Google e caso ocorra o imprevisto de você não achar o que procura você apela e vai a outro site, acho difícil achar em outro, mas… quem sabe né?

Segundos dados (Dados de onde? Dele mesmo, do G-O-O-G-L-E), um em cada seis habitantes do PLANETA TERRA é beneficiado hoje de forma vital e sem custo pelo Google, uma empresa que ganha a vida oferecendo produtos sem obrigar ninguém a comprá-los. É até curioso. Uma empresa que aumentou 1.000% suas vendas em cinco anos porque soube se aproveitar das regras do capitalismo, não impõe essa lógica mercantilista aos seus clientes. Não é preciso comprar, não é preciso clicar onde o site indica, não tem pop-up... Ai gente, são tantas qualidades...

Há quem tema que o Google possa dominar o mundo. Mas ó, por mim, que domine. Domina ae meu! Cada computador desse planeta, mantendo-o refém das suas soluções geniosas e gratuitas. Vamos abrir licitações. Deixar o Google dominar o poder público, os pedágios, as tevês por assinatura, T-U-D-O.

Querem ver como ele é demais?

Organizando uma viagem usando ferramentas Google, por Nina Kobayashi.
(essa dicas são baseadas nas minhas necessidades)

Preciso do nome daquele camping que o fulano me indicou em um lugar X: Google.

Agora, preciso saber como chegar, saindo do centro: Google maps. Me mostra distância, trajeto, opções e, de quebra, me avisa que a rua tal é contramão. Se quero ver em foto de satélite, tem também.

Opa, péra, preciso calcular o preço da diária pra cada um naquele lugar. E claro que eu, como boa estudante de jornalismo que sou, não sei fazer contas de cabeça. A calculadora do Windows deu pau. Escrevo na busca do
Google o cálculo. Igual no Excel, sabe? Deu!

Quero que toda a galera me ajude a montar a lista de compras da viagem. Entro no
Google docs, crio uma planilha virtual e todos acessam, de forma remota e simultânea, o mesmo conteúdo. A Naíma pediu coca-cola e trakinas, eu vejo aqui. Eu aumento a quantidade de cerveja. Todos balançam a cabeça, sinalizando um SIM. Quando limo a pinga, o Ternura faz que NÃO com a cabeça lá no outro lado da cidade.

E entre muitas outras ferramentas...

Google scholar. O motorzinho vasculha a rede atrás da palavra-chave em arquivos .doc ou .pdf. Busca no nome do arquivo e também pesquisa dentro dos textos.

Google movies. Você acessa coloca a cidade desejada e pronto, surge em segundos, todos os lugares que podem passar filme, isso mesmo, não são só cinemas, são museus, salas de cultura, ou seja, tem um projetor e uma programação o Google Movies mostra o local, o filme, as sessões!

Google tradutor... o Gmail, e gente, o Orkut... ai não posso esquecer né... rs

Eu devo estar esquecendo algumas até...

E ainda tem umas “manhas” pra facilitar a sua pesquisa.

Quero saber o que é CATUABA. Simples. Joga assim no Google assim ó: “define:catuaba”. [é sem espaço mesmo viu.]

E tchanãããã... sai a definição.

Ou quero procurar por chocolate, menos o branco...

Joga “chocolate –branco” [sem espaço também.]

Ai, obrigada Mauricio, professor de jornalismo digital (era isso meninas?)

Sem exagero, o título desse texto poderia ser algo do tipo "Google para presidente" ou "Google case-se comigo". Porque, né gente? Visualiza: você não paga um tostão – nada, nem impostos, nem taxa de manutenção ­– e basta seu computador estar conectado – que ele passa a ser governado por um motor invisível que o torna capaz de gerir as trilhões e trilhões de informações da internet, além de oferecer inúmeros outros serviços e ferramentas, inimagináveis há uma década e cuja ausência hoje, só de pensar, assusta.

Eu a-mo o Google!!!

E não é um amor cego, desses que a gente não consegue explicar. Esse é um amor racional, mas dependente e incondicional... rs

Eu amo mais o Google que a Madonna... nossa!

Que Santo Google do Senhor... meu zeloso e guardador... sempre me rege, me guarde, me governe e me ilumine. Amém!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Calendário Poético.


Já se passaram os dias rasteiros. Janeiros.
E o calendário parece nunca chegar ao fim. Inícios sim.
Natal caiu em fevereiro. É carnaval o ano inteiro. Mais um mês passageiro.

As águas de março vão passar . A certeza de amor mal vivido já atormenta o meu pensar.
Um abril despedaçado. E o ritmo do coração segue com-passado.
E maio chegou ao final. É o que será de nós afinal?
Já não nos vemos mais. É hora de se mover e viver sem olhar pra trás.

Você parece uma estrela que brilha como duas no frio das noites de junho.
E no meu peito acende a fogueira. Faço mais esse rascunho.
Não posso ver o meu futuro nesses seus olhos escuros. Então fico contigo. Pra sempre abraçada, até acabar a madrugada e amanhecer em julho.
O próximo mês em que mergulho.

E quem sabe se ainda virão as tarde molhadas de agosto.
Ou a independência de setembro.
As árvores despidas de outubro.
Talvez um doce novembro.

Sem promessas vamos atravessar dezembros.
Sem ligar para esses dias que vão passando assim, saboreados devagar.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Domingo de Lágrimas.

E de repente, o tudo virou nada e o nada virou tudo, o verso ficou mudo e a vida sem graça. E ela, sempre tão certa de si, perdeu o rumo, as palavras e pose de durona. Chorou que nem criança no colo do amigo, viu os amores do passado se esvaírem. Era de novo a frustração. Mais um amor que não deu certo, mais uma decepção para a sua coleção. Do amor, que era novo, e que agora também ficava para trás, só sobraram lembranças de momentos que ela quer esquecer, não porque quer, mas porque precisa. Nas últimas semanas escutou de amigos que estava mudada. Para pior?

O mundo rosa onde ela vivia está perdendo as cores. O corretivo já não esconde as olheiras de noites mal dormidas e de domingos de lágrimas. Ela desceu do salto e tirou a máscara. Mas isso, ele não pode ver, não pode saber. Ela não vai deixar. Seu maior medo é que a sua fraqueza esteja escancarada pra ele, pra todos.

E da distância desde a última conversa, a conclusão é uma só. Ela não pode olhar nos olhos dele. Tudo isso é tão sufocante. “Ela era de leão e ele tinha dezesseis”. Inconcebível. Ela não quer vê-lo. De todo o sentimento agora há um misto de arrependimentos e uma metralhadora cheia de mágoas. E uma certeza. A de que ele nunca foi tudo o que ela via nele. Ele já virou a página. E ela ainda lembra das juras que um dia fez deitada no seu peito, que talvez agora embalem o sono de uma outra, que jamais merecerá mais que um cinema com seu melhor namorado.

E tudo parece querer derrubá-la. Vinte minutos de balada e a música tocou, numa versão nova. Uma que ela ainda não tinha escutado. A da saudade. Ela engoliu o choro. Ela está descartando-o do seu folhetim. Ela chegou no seu limite.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Eu conheço uma teoria que...


Sobre mulheres, chapinha e Gremlins!

Ó sim... apresento a vocês, a primeira teoria de uma série de posts que faremos sobre essas análises doidas da vida. É, pois é... Hoje iremos analisar as mulheres, a chapinha e os Gremlins, e que fique claro, eu ainda não sou doida!

Quem não se lembra dos famosos Gremlins, aquelas coisinhas estranhas do filme que cansou de passar na Sessão da Tarde. Ainda não consigo definir se eu os achava fofinhos ou verdadeiras aberrações, cara... eles eram bem freaks... mas davam aquelas piscadinhas meigas e eu já me imagina carregando meu querido gremling, que eu chamaria de Madonna, ou talvez por algum dos nomes das Spice Girls (era a época gente...), dentro da minha bolsa rosa com penduricalhos...

Criados por um chinês doidão, que levou uma grande passada de perna do neto, um pilantrinha idiota, os gremlings foram para na mão de uma criança ocidental, que não deu a mínima para as 3 instruções básicas para manter um bichinho daqueles.

1- Nunca coloca-lo exposto a luz forte ou luz solar
2- Nunca alimenta-lo depois da meia noite
3- Nunca molha-lo

Agora vamos a grande luz que eu tive por esses dias.
Mulheres e Gremlins, o que eles tem em comum?

1- A luz.
Cara, eu acordo todos os dias puta da vida de ter que sair debaixo do meu edredon quentinho, do meu pijaminha confortável,e mais do que isso... de ter que acordar para ir trabalhar. Aí eu vou tomar um banho, escolher uma roupa, engolir alguma coisa em 5 minutos, porque depois de escolher a roupa, eu COM CERTEZA estou atrasada.
E ao botar meu pezinho para fora de casa, aiiiiiii vem ela com toda a força de sua existência... a LUZ! Porra, procuro desesperadamente meu óculos escuro na bolsa, e demora um pouco, pois a minha bolsa está cheia de bugigangas... e então enfio eles rapidamente na cara... ai que beleza, já repararam que quase todas as pessoas ficam lindas de óculos? É... as maravilhas do óculos escuro, que te deixa uma diva... mas isso é assunto para outro post desta série. E eu sei que eu falei, falei e vocês ainda não acharam a semelhança disso tudo com o Gremlin.
Errrrr! Gremlins expostos a luz podem morrer! E de manhã, aquela luz, meu mau caratismo matinal... vixe, isso pode ser fatal.

2- Comida depois da meia-noite.
Mulheres que vivem de brisa e salada são mulheres infelizes... Essa coisa de ter que fazer regime deprime a cidadã! É um pé no saco... vc está lá, louca para comer um maldito de um chocolate e não pode... Depois da meia-noite então... aí não faz a digestão direito, você acha que vai engordar ainda mais... e virar um monstrinho, assim como os Gremlins quando comem depois da meia-noite. Puta perigo.

3- A água.
É... esse é o tópico mais importante. Chapinha não deve ser molhada NUNCA!
Ai que lama... você passa a vida lá, alisando seu cabelo que parece te odiar, puxa daqui, puxa dali, até eu que sou uma pseudo-japa sofro desse mal... e como sofro. Aí vem uma chuva filha da puta, às vezes uma chuviscadinha apenas, essas são as piores, não molham por inteiro, e você vai gradativamente virando um tufo ambulante. Complicado.
Aí você começa a ficar puta da vida, muito brava mesmo! É obrigada a fazer um rabo-de-cavalo, ou um cóqui, ou uma trança, e faz o que com a franja? Ahhh é um grande estress... Pronto, qualquer motivo é uma razão para esganar alguém, homens principalmente, os homens deveriam de privar de nascer com cabelos lisos sabe, eles não dão valor algum para isso... Nem ligam!

É... acabou! Agora devo estar parecendo uma louca... mas insisto, são teorias apenas, e Einstein era cheio delas...
Por isso, para os homens que lêem isso aqui, eu sei que vocês andam lendo, tratem bem dos seus Gremlins, vai que eles resolvem virar monstrinhos e cortem seus pipis fora?
Rsrsrs...

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Maria Leite-Moça


Maria era uma menina doce, mais doce do que leite-moça. Mas a coitada da Maria não dava sorte no amor!

Um dia Maria conheceu o João, e se apaixonou. Pobre Maria!
João até que era um cara legal, mas ele só queria saber de levar a moça em banho MARIA!
- Pô Maria... Você não cansa de ficar presa nisso?
E a Maria respondia: Ah! Eu cansei, mas ele é tão fofo...
- Maria pelo amor do senhor, SAI DESSA VIDA!

... Um dia Maria finalmente saiu da panela de pressão, e cara... ela estava uma delícia!
Virou DOCE-DE-LEITE e conheceu o Fê. O Fê adora doce-de-leite.
- Valeu João!